Dom Itamar reflete “a virtude da Esperança” durante Novenário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Foto: Pascom ArquiFeira

A segunda noite do Novenário em honra à Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, neste sábado, 9 de agosto, teve como pregador Dom Itamar Vian, Arcebispo Emérito de Feira de Santana, convidado a refletir sobre o tema “Mãe do Perpétuo Socorro e a virtude da Esperança”.

Logo cedo a igreja já estava repleta de fiéis, vindos de todas as partes, mas seguindo um único caminho: o caminho da esperança que nunca decepciona. Consigo, cada um dos devotos carregava memórias, histórias, preces mas, sobretudo, uma profunda gratidão por tantas graças alcançadas.

A esperança, recorda Dom Itamar, é a virtude que impulsiona e projeta sempre em frente a nossa vida. É a chama que jamais se apaga, iluminando e orientando os caminhos do povo peregrino, que caminha nas estradas da vida, mesmo diante das adversidades e incertezas, que, comumente, nos advêm.

“Nos tempos atuais, com frequência, por causa do desemprego, do custo de vida, das incertezas diante do futuro, podemos ser dominados pelo desânimo e pela ansiedade. Quem não se assusta com a consequência dos diversos tipos de drogas que matam tantos jovens e destroem famílias? Quem ignora a recente pandemia, em que sentimos de perto o medo da solidão e da morte? Quem não está sofrendo com tanta violência em Feira de Santana, na Bahia, no Brasil? As mudanças climáticas… São todas situações que nos levam a sermos pessimistas e desanimarmos, contudo, contrastando com essa triste e desafiadora realidade humana e social, somos convidados a viver com esperança. Temos que aprender a viver buscando sempre caminhos de esperança, para nós e para a Igreja. A esperança é a bela e sublime virtude que projeta a nossa vida sempre para a frente”, disse o Arcebispo Emérito.

Foto: Pascom ArquiFeira

Ainda em sua homilia, fazendo memória ao Mês Vocacional, Dom Itamar destacou que cada vocação é uma resposta de fé. Um ato de coragem e de amor. Diante das dúvidas e do medo, nos aponta um desafio: tal qual São Tomé, suplicar incessantemente a graça de que o Senhor aumente a nossa fé.

“A gente está no mês vocacional. E para assumir uma vocação é preciso ter fé. Ninguém se casa se não ama, se não tem fé. Ninguém se torna um religioso ou consagra sua vida na obediência, na pobreza ou na castidade, sem ter fé. Da mesma forma acontece com o padre, o diácono e o bispo. Mas muitas vezes duvidamos de tantas coisas, assim como Tomé duvidou. Devemos pedir, hoje, ‘Senhor, eu creio, mas aumentai minha fé’”, concluiu, durante sua participação na Festa da Padroeira. 

Assessoria de Comunicação (ASCOM) ARQUIDIOCESE DE FEIRA DE SANTANA

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